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É hoje

Se você for, a gente se encontra lá, na Tom do Saber, a partir das 17 horas.
Se não, a gente pode se falar no Gtalk:
gusmaomarcus@gmail.com
ou no Skype
gusmaomarcus
Se quiser, você pode acompanhar também
no Twitter:
http://twitter.com/prosaepoesia
E a partir das 19h30 no
http://twitter.com/ssaalternativo
e ao vivo no
http://qik.com/video/2670090

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Fuxico na reta final VIII: Eliana

O MUNDO TEM INSCRIÇOES SEMPRE ABERTAS

Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Amigos que escrevem!

maria-sampaio-e-nilson-galvao-dia-1c2ba-na-tom-do-saberOs Continhos para cão dormir na Caixa Preta
Estarei lá…
E já sei que será uma festa!
Foi muito bom ter participado do Encontro de Blogueiros. Este grupo, chamado de “e-amigos” mostra quantas surpresas boas a vida na blogosfera traz. E quantas amizades vamos construindo. Uma rede generosa, criativa, feliz…

Postado por Eliana Mara Chiossi às 17:29:00 0 comentários Links para esta postagem
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Transmissão ao vivo e notícia em primeira mão

Sem título

O nerd denorex Marcus Gusmão não conseguiu conectar os portáteis e a transmissão só começou mesmo quando chegou o nerd de verdade Gerson Souza, do Salvador Alternativo: http://twitter.com/ssaalternativo Ainda hoje publicaremos um post com a cobertura. Mas veja o vídeo de uma parte do encontro, na transmissão experimental ao vivo pela internet: http://qik.com/video/2670090 .
O papo fluiu bacana e  a novidade –  aqui vai a notícia em primeira mão –  foi o anúncio por Claudius Portugal dos autores das duas próximas Cartas Bahianas: a escritora e jornalista Kátia Borges e o artista plático Maxim Malhado.

É hoje e de hoje a oito

A sete dias do lançatamento, estremos reunidos  hoje, nesta terça-feira, blogueiros, tuiteiros, jornalistas, escritores ou simplesmente quem gosta da palavra  para um bate-papo no mezanino da Piola, das 19 às 21 horas, na Pirâmide do Rio Vermelho, mesmo bat ambiente do lançamento.

Lá estarão Maria e Nilson para falar do processo de criação e divulgação do trabalho na internet e quetais. Também estará presente Claudius Portugal, o pai da idéia das Cartas Bahianas e pai de Marcelo, o garoto que comanda a editora P55 e vai falar como a coisa funciona.

Será  um encontro informal  e a conversa se dará ao pé do ouvido, grupo a grupo, mesa a mesa. Infelizmente temos uma cota  pequena para convidados. Se você se interessou pela conversa, mande um e-mail  para carteironago@gmail.com. Ainda temos algumas vagas. E se quiser participar on line, entre no blog na hora que a gente conecta você.

E aguardamos todos de hoje a oito!
O curioso é que hoje às 19 horas o contador já vai estar acusando, corretamente, que faltam  6 dias.
Mas em bom baianês é de hoje a oito, não tem quem me tira da cabeça.

Fuxico na reta final I: Wladimir

Agregador da poesia contemporânea

24.8.09

Poemas publicados em blog viram livro: evento discute a tendência

No dia 1° de setembro, em Salvador (BA), a editora P55/Cartas Bahianas lança “Caixa preta”, estréia em livro do poeta baiano Nilson Galvão, com poemas originalmente publicados no blog Blag.

Uma semana antes, nesta terça-feira, 25 de agosto, às 19h, o livro tem pré-evento promocional no mezanino da pizzaria Piola (Rio Vermelho), com debate sobre a convergência entre literatura e internet e a presença de blogueiros e twitteiros locais e do escritor e editor Claudius Portugal, responsável pelo projeto Cartas Baianas (que publicou ao longo de 2009 um conjunto de oito livros de autores da cena soteropolitana, incluindo os poetas Vanessa Buffone e Marcos Dias).

Caixa preta” será lançado na livraria Tom do Saber (Rio Vermelho), das 17h às 22h, do dia 1° de setembro. Exemplares do livro podem ser reservados com antecedência através do hotblog Cartas Bahianas.

Em entrevista publicada no blog da editora, Nilson fala sobre seu processo criativo e suas pretensões:

“(…) deve ter um espírito poético qualquer entre a Praia da Paciência, no Rio Vermelho, e a Barra, me soprando coisas, porque 80% das ideias surgem nesse trajeto das caminhadas. Levo o celular com gravador de voz pra ficar gravando o que ocorre. (…) o que escrevo funciona sempre como uma espécie de investigação em torno das minhas questões. Tipo: isso me ajuda a entender essa coisa maluca que é a vida, e em muitos níveis: do mais sagrado ao mais prosaico. Mas é muito difícil exprimir ‘a realidade’ e não tenho muita ilusão quanto a isso: talvez ‘roce’, às vezes, mas em geral é como se estivesse tateando, percorrendo a orla, como nas caminhadas a partir do Rio Vermelho”.

Não chore mais

A camisa é a mesma. Mas o local, o poema e o não continho são novos.