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É hoje

Se você for, a gente se encontra lá, na Tom do Saber, a partir das 17 horas.
Se não, a gente pode se falar no Gtalk:
gusmaomarcus@gmail.com
ou no Skype
gusmaomarcus
Se quiser, você pode acompanhar também
no Twitter:
http://twitter.com/prosaepoesia
E a partir das 19h30 no
http://twitter.com/ssaalternativo
e ao vivo no
http://qik.com/video/2670090

Na pirâmide do Lelé

29/08/2009

Encontro prévio no mezanino da Piola. Vamos lá de novo?Encontro prévio no mezanino da Piola. Vamos lá de novo?
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Gosto de todo ambiente criado por Lelé. Das amplitudes dos ambientes criados por Lelé. Das cores dos ambientes criados por Lelé. Da respiração dos ambientes criados por Lelé. Talvez venha daí meu astral sempre alto quando estou na Pirâmide do Rio Vermelho. Talvez venha daí o fato de ter sempre muita gente naquele lugar concebido por Lelé.

Gosto de conversar com gente sabida, com mestres. Uma das melhores tardes do ano que passou, passei ao lado de Lelé, ouvindo o cara, conhecendo o hospital da  Rede Sarah em Salvador, uma das suas obras primas, ouvindo sobe os projetos dele para Salvador como os bondinhos como este instalado no hospital, mas que serviria também para dar acesso às cumeadas da cidade, as histórias de vida de Lelé, a visão de mundo de Lelé. Tentei  resumir tudo  nesta entrevista publicada na revista da Unifacs. Revista inventada e editada por Marcinha e Emília, com matérias de Nilson, Kátia Borges, Ana Cristina Barreto, Franciel Cruz.

A revista foi lançada na Pirâmide, Marcinha já não estava conosco. Voltaremos quase todos os que estavam naquela revista novamente para a Pirâmide, desta vez para o lançamento dos livros de Maria e Nilson.

E este lançamento tem sido a brincadeira mais bem sucedida que eu me meti nos últimos anos. Tudo dá certo. Talvez pelo alto astral permanente de Maria, talvez pelo despojamento de Nilson, tudo caminhou sem dificuldades, sem entraves. Leve.

Acho bacana o gesto de Janaína Amado, de sair do seu Maceiócio especialmente para o lançamento, da gincana de Bernardo para vir e voltar por cima do rastro, o post de Chorik com Dorival Caymmi de fundo musical, os muitos posts de adesão ao fuxico.

Enfim, vai ser uma noite bem bacana!

E encerro com um convite: depois do lançamento vamos todos ao mezanino da Piola novamente, para comemorar. Infelizmente desta vez vai ser na base do cada um paga a sua, mas, com certeza, as amizades, as e-amizades continuam!

Fuxico na reta final VIII: Eliana

O MUNDO TEM INSCRIÇOES SEMPRE ABERTAS

Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Amigos que escrevem!

maria-sampaio-e-nilson-galvao-dia-1c2ba-na-tom-do-saberOs Continhos para cão dormir na Caixa Preta
Estarei lá…
E já sei que será uma festa!
Foi muito bom ter participado do Encontro de Blogueiros. Este grupo, chamado de “e-amigos” mostra quantas surpresas boas a vida na blogosfera traz. E quantas amizades vamos construindo. Uma rede generosa, criativa, feliz…

Postado por Eliana Mara Chiossi às 17:29:00 0 comentários Links para esta postagem
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Transmissão ao vivo e notícia em primeira mão

Sem título

O nerd denorex Marcus Gusmão não conseguiu conectar os portáteis e a transmissão só começou mesmo quando chegou o nerd de verdade Gerson Souza, do Salvador Alternativo: http://twitter.com/ssaalternativo Ainda hoje publicaremos um post com a cobertura. Mas veja o vídeo de uma parte do encontro, na transmissão experimental ao vivo pela internet: http://qik.com/video/2670090 .
O papo fluiu bacana e  a novidade –  aqui vai a notícia em primeira mão –  foi o anúncio por Claudius Portugal dos autores das duas próximas Cartas Bahianas: a escritora e jornalista Kátia Borges e o artista plático Maxim Malhado.

É hoje e de hoje a oito

A sete dias do lançatamento, estremos reunidos  hoje, nesta terça-feira, blogueiros, tuiteiros, jornalistas, escritores ou simplesmente quem gosta da palavra  para um bate-papo no mezanino da Piola, das 19 às 21 horas, na Pirâmide do Rio Vermelho, mesmo bat ambiente do lançamento.

Lá estarão Maria e Nilson para falar do processo de criação e divulgação do trabalho na internet e quetais. Também estará presente Claudius Portugal, o pai da idéia das Cartas Bahianas e pai de Marcelo, o garoto que comanda a editora P55 e vai falar como a coisa funciona.

Será  um encontro informal  e a conversa se dará ao pé do ouvido, grupo a grupo, mesa a mesa. Infelizmente temos uma cota  pequena para convidados. Se você se interessou pela conversa, mande um e-mail  para carteironago@gmail.com. Ainda temos algumas vagas. E se quiser participar on line, entre no blog na hora que a gente conecta você.

E aguardamos todos de hoje a oito!
O curioso é que hoje às 19 horas o contador já vai estar acusando, corretamente, que faltam  6 dias.
Mas em bom baianês é de hoje a oito, não tem quem me tira da cabeça.

Fuxico na reta final I: Wladimir

Agregador da poesia contemporânea

24.8.09

Poemas publicados em blog viram livro: evento discute a tendência

No dia 1° de setembro, em Salvador (BA), a editora P55/Cartas Bahianas lança “Caixa preta”, estréia em livro do poeta baiano Nilson Galvão, com poemas originalmente publicados no blog Blag.

Uma semana antes, nesta terça-feira, 25 de agosto, às 19h, o livro tem pré-evento promocional no mezanino da pizzaria Piola (Rio Vermelho), com debate sobre a convergência entre literatura e internet e a presença de blogueiros e twitteiros locais e do escritor e editor Claudius Portugal, responsável pelo projeto Cartas Baianas (que publicou ao longo de 2009 um conjunto de oito livros de autores da cena soteropolitana, incluindo os poetas Vanessa Buffone e Marcos Dias).

Caixa preta” será lançado na livraria Tom do Saber (Rio Vermelho), das 17h às 22h, do dia 1° de setembro. Exemplares do livro podem ser reservados com antecedência através do hotblog Cartas Bahianas.

Em entrevista publicada no blog da editora, Nilson fala sobre seu processo criativo e suas pretensões:

“(…) deve ter um espírito poético qualquer entre a Praia da Paciência, no Rio Vermelho, e a Barra, me soprando coisas, porque 80% das ideias surgem nesse trajeto das caminhadas. Levo o celular com gravador de voz pra ficar gravando o que ocorre. (…) o que escrevo funciona sempre como uma espécie de investigação em torno das minhas questões. Tipo: isso me ajuda a entender essa coisa maluca que é a vida, e em muitos níveis: do mais sagrado ao mais prosaico. Mas é muito difícil exprimir ‘a realidade’ e não tenho muita ilusão quanto a isso: talvez ‘roce’, às vezes, mas em geral é como se estivesse tateando, percorrendo a orla, como nas caminhadas a partir do Rio Vermelho”.

Não chore mais